orientação para tirar medidas

Oriente-se pela imagem e pela tabela de tamanhos, mas atenção: não aperte a fita, deixe-a justa, mas sem apertar.
A dica para quem for se medir sozinha é ficar em frente a um espelho grande.Vamos as principais medidas:
• Busto: passe a fita métrica por debaixo das axilas, contorne todo tronco, deixe a ponta da fita para frente, tire a medida do ponto mais saliente do busto.
• Abaixo do Busto: Esta medida é a linha de baixo do sutiã.
• Cintura: Passe a fita em volta da cintura no ponto mais estreito. A cintura fica mais ou menos a dois dedos acima do umbigo.
• Quadril: Contorne a fita na parte mais larga dos quadris.
• Altura do vestido: Para saber a altura do vestido, meça da linha abaixo do busto (linha do sutiã) até as pontas dos pés.

Como tirar medidas

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21 de abr de 2010

Orgasmo à vista!
Você não acredita que isso seja possível durante esses nove meses? Há quem jure que fica ainda melhor. Veja por que esses momentos podem, sim, ser mais freqüentes durante a gestação
Paula Brandão Sereno

No começo, são os enjoos e a sonolência. No fim, aquele barrigão e o medo de machucar o bebê. Fazer sexo durante os nove meses da gestação já parece complicado, chegar ao orgasmo, então, nem se fala! Mas basta você saber que está grávida para começar a ouvir as mais picantes histórias de que a transa fica ainda melhor nesse período... Uma pesquisa realizada em Portugal confirmou que esses relatos são reais e ainda mostrou que três em quatro mulheres não têm problemas sexuais na gravidez – e que 80% manteve relações até o terceiro trimestre. Ainda assim, você pode pensar que falar é fácil, difícil é conseguir ser sedutora com a nova silhueta e todo o mal-estar. Deixe o pessimismo de lado e agarre-se a um fato que vale mais do que mil histórias: a gravidez prepara o corpo feminino psicológica e fisicamente para orgasmos mais intensos e até múltiplos. Animada? Tem mais: essas mudanças podem representar até o empurrãozinho definitivo para quem nunca experimentou as delícias do clímax sexual antes.
E não é só papo, não. Evidências científicas mostram por que as grávidas têm mais facilidade de atingir o orgasmo que outras mulheres. “Os picos de o ocitocina (hormônio que provoca as contrações uterinas e estimula a produção de leite) promovem o fortalecimento dos laços afetivos. Se você se sente conectada ao parceiro de forma especial e plena, essa sensação se intensifica ainda mais”, afirma Danielle Cavalluci, norte-americana especialista em sexo, fitness e nutrição. “Outro ponto crucial é o maior fluxo de sangue que a região pélvica recebe, deixando a área genital ultrassensível. Em outras palavras, qualquer estímulo pode acionar o desejo por sexo.”
Os sonhos também podem ser fonte de prazer. Segundo Danielle, você pode ter mais sonhos relacionados ao sexo – e lembrar-se deles. O seu inconsciente manifesta esse desejo. “Divida com seu parceiro. Eles adoram participar de qualquer situação que provoque satisfação sexual à mulher”, diz. Danielle se aprofundou tanto no assunto que junto com a doutora em sexualidade humana Yvone K. Fulbright escreveu o livro Your Orgasmic Pregnancy: Sex Little Secrets Every Hot Mama Should Know (Sua Gravidez em Orgasmos: Pequenos Segredos Sensuais que Toda Mãe Quente Deve Saber, sem previsão de chegada ao Brasil).
Um dos segredos do livro diz respeito ao que usar para uma noite mais, digamos, apimentada: “Invista pesado em lingeries e camisola sexy, sim, mas com corte específico para grávidas. Elas ajudam a desenhar uma silhueta bonita e a farão se sentir orgulhosa da sua barriga, não com vergonha.” A dica é importante porque a sensação de estar bela e atraente não é realidade para todas as gestantes. Algumas simplemente não conseguem se reconhecer nesse novo corpo. Se você faz parte desse time, não se sinta pressionada. “Se o problema são novas as formas, atenha-se à ideia de que é passageiro, de que seu corpo só está diferente para dar conforto ao bebê. Tente encontrar formas de cuidar da sua autoestima”, diz Danielle. Converse com seu parceiro. Fale abertamente sobre suas dúvidas, seus receios. Isso pode ajudá-lo a encarar os dilemas que a gestação trouxe para ele também. Quanto mais próximos vocês estiverem, maior a cumplicidade – e, por que não, as chances de viver bons momentos na cama.
Você ainda não se convenceu que pode ter uma transa mais gostosa na gravidez e só consegue pensar nos possíveis riscos que ela traz, como a antecipação do parto? Esqueça! Um recente estudo norte-americano com 600 casais mostrou que os ativos sexualmente não tiveram bebês antes da 37ª semana. E ainda há mais boas notícias: a descarga de endorfina liberada após um orgasmo melhora a irrigação do útero, ajudando a nutrir o bebê. Sem falar que a sensação de bem-estar que você sente se estende ao seu filho também.
Na verdade, são raras as situações onde o sexo deve mesmo ser suspenso por apresentar algum risco, como quando há ameaça de aborto ou de parto prematuro. Só o médico pode fazer essa avaliação. Fora isso, toda prática pode ser benéfica. Inclusive o sexo oral. E se você é adepta dos brinquedos, não precisa aposentá-los. Pode continuar utilizando seu vibrador desde que o higienize da forma correta (lave com água e sabão neutro em abudância, seque e guarde em lugar arejado). Se você tem dúvidas, não deixe de perguntar para o seu obstetra. Derrube os tabus e vá atrás do seu prazer!
O SEXO TRIMESTRE A TRIMESTRE
PRIMEIRO: Você pode ter uma queda brusca de apetite sexual. Os sinais da gravidez, como enjoos e sonolência, não ajudam. Seu corpo está assimilando diversas mudanças físicas e hormonais. Até que você e seu parceiro se sintam confortáveis, é melhor respeitarem a disposição um do outro.
SEGUNDO: A situação muda para melhor! O mal-estar tende a desaparecer e o casal está cada vez mais adaptado às novas curvas. Grande parte das posições usuais ainda são possíveis. Se algum movimento incomoda, não hesite em mudar.
TERCEIRO: A posição mais utilizada é a de quatro apoios, que não pressiona o abdome, mas há outras opções. Naquela em que a mulher cavalga o homem também não há pressão sobre a barriga e, de quebra, ela consegue controlar o ritmo e a intensidade da penetração. Já a de conchinha, além da possibilidade dela apoiar a barriga sobre um travesseiro, permite que o parceiro explore outras zonas erógenas com as mãos.

Colaboração Helena Dias
Fontes: Abner Lobão Neto, Ginecologista e Obstetra, Coordenador do Pré-Natal Personalizado da Unifesp; Elizabeth Leão, Ginecologista da Beneficência Portuguesa (SP); Nilson Szylit, Ginecologista e Obstetra do Hospital Albert Einstein (SP); Sylvia Faria Marzano, Urologista e Terapeuta Sexual do Instituto ISEXP

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