
orientação para tirar medidas
A dica para quem for se medir sozinha é ficar em frente a um espelho grande.Vamos as principais medidas:
• Busto: passe a fita métrica por debaixo das axilas, contorne todo tronco, deixe a ponta da fita para frente, tire a medida do ponto mais saliente do busto.
• Abaixo do Busto: Esta medida é a linha de baixo do sutiã.
• Cintura: Passe a fita em volta da cintura no ponto mais estreito. A cintura fica mais ou menos a dois dedos acima do umbigo.
• Quadril: Contorne a fita na parte mais larga dos quadris.
• Altura do vestido: Para saber a altura do vestido, meça da linha abaixo do busto (linha do sutiã) até as pontas dos pés.
Como tirar medidas

Pesquise no blog KZ
29 de abr. de 2010


9º- Se cometer um erro prepare-se para admiti-lo e pedir desculpas. Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o erro demonstra ser honesta.
10º- Quando um não quer, dois não brigam. É a sabedoria popular que ensina isto. Mas esta mesma sabedoria lembra que «Dois bicudos não se beijam…» Alguém tem de tomar a iniciativa, quebrar o ciclo.Tomar iniciativa é gesto de maturidade e amor.


Encomende seus cartões de agradecimento com respectivos envelopes no mesmo lugar que fez seus convites, usando o mesmo tipo de papel e tipografia, fica muito bonito, tudo combinando. Encomende uma quantidade com bastante sobra, assim você poderá usar esse cartão como cartão social do casal, para anexar junto com presentes em futuros aniversários, casamentos de amigos.
Deixe todos os cartões preparados e peça para alguém (sua mãe, sogra, ou você mesma se não for viajar para lua de mel logo em seguida) enviar logo na semana seguinte da festa. Enquanto você estiver viajando de lua de mel, seus convidados receberão o cartão em casa, é muito elegante.
A cantora Britney Spears fez algo parecido. Como lembrancinha ela e Kevin Federline deram porta-retratos de prata com um cartão que dizia que a foto para inaugurar a peça seria enviada em breve. Semanas depois os convidados reberam um thank you card com uma foto dos noivos.
Outro jeito criativo de agradecer a presença dos convidados, em qualquer ocasião, é esse simpático pregador de roupa, adornados por uma rosa, utilizado para prender um cartãozinho na borda do prato. São facílimos de fazer! Mas, caso não queira ter nenhum trabalho, vá direto ao Paper and Dreams, autor da idéia, e faça a sua encomenda.

Curiosidades
O ato de riscar o sobrenome em um cartão significa que a pessoa quem você o entrega não deve chamá-la de “Sra. Floret”, por exemplo, e sim de “Fernanda”. No caso dos cartões de agradecimento a presentes de casamento, jamais se risca o sobrenome, pois essa situação serve como apresentação social do sobrenome adotado.
E por último, se der para enviar com um selo personalizado do casal, mais legal ainda. (mas é só um detalhe, e não precisa ser a cara estampada de vocês dois, pode ser a foto do buquê, por exemplo).







28 de abr. de 2010
Fotografia/filmagem: fotos de noivado, fotografias, filmagem, álbum e gravuras de casamento, etc.
Despesas Adicionais: presentes padrinhos e pais, a taxa de licença de casamento, transporte, lembrancinhas, etc.
Orçamento de Casamentos
Você poderá gastar mais ou menos em certas categorias de seu casamento que são sugeridas a seguir, deduzindo ou adicionando pontos percentuais para as categorias. Este é apenas um guia útil e você pode alterar as percentagens de qualquer forma para um ajuste ao seu casamento.
Veja as opções normalmente utilizadas:
Gastar 40% do seu orçamento do casamento na Recepção
É claro que isso é apenas uma sugestão.
27 de abr. de 2010


Para descontrai indicamos o site da Palmolive, onde você poderá mudar seu penteado e escolher a maquiagem. Uma brincadeira legal. Divirta-se!
http://www.colgate.com.br/app/Colgate/BR/PC/Products/HairProducts/PalmoliveNaturals/salao_virtual.cvsp

Amenorréia
A amenorréia ocorre quando a mulher não teve sua primeira menstruação após os 16 anos de idade, ou quando a menstruação está atrasada por pelo menos três meses e não há gravidez. Amenorréia não é uma doença, mas sim o sintoma de alguma outra condição. As possíveis causas de amenorréia incluem exercício físico em excesso, desordens alimentares como anorexia nervosa, estresse físico ou psicológico, tumores e problemas hormonais. Mulheres com síndrome do ovário policístico também podem sofrer amenorréia. Quando a mulher tiver a menstruação atrasada por três meses é importante ir ao médico para determinar a causa da amenorréia. O tratamento da amenorréia depende da sua causa. Algumas vezes mudanças no estilo de vida podem ajudar se a causa da amenorréia for o peso, estresse ou atividade física extrema. Outras vezes, medicamentos e anticoncepcionais orais podem ajudar a resolver o problema.
Oligomenorréia
O termo oligomenorréia refere-se a ciclos menstruais irregulares e infreqüentes. Assim como a amenorréia, a oligomenorréia não é uma doença por si mesma, mas sim o sintoma de alguma condição. Por exemplo, muitas mulheres com síndrome dos ovários policisticos podem ter oligomenorréia.
A insuficiência ovariana prematura é o parada do funcionamento normal dos ovários em mulheres de menos de 40 anos de idade. As mulheres com insuficiência ovariana prematura podem não menstruar ou ter a menstruação irregular. Embora a gravidez em mulheres com insuficiência ovariana prematura seja difícil, ela é possível. Não há tratamento comprovado para fazer com que os ovários voltem a funcionar normalmente. Porém, terapia de reposição de estrogênio dá à mulher esse e outros hormônios que seu organismo não está fabricando e pode ajudar a regularizar o ciclo menstrual e diminuir o risco de osteoporose.
Fibrose uterina
A fibrose uterina é o tipo de tumor não-cancerígeno mais comum em mulheres em idade fértil. A maioria das mulheres com fibrose uterina não tem problemas com fertilidade e podem engravidar. Porém, alguma mulheres com fibrose uterina podem não ser capazes de engravidar naturalmente. As mulheres com fibrose uterina que não apresentam sintomas podem não necessitar de tratamento. Algumas podem ter menstruação pesada ou sangramentos no meio dos períodos menstruais. Medicamentos podem geralmente aliviar muitos dos sintomas da fibrose uterina, como a dor, e podem até diminuir ou parar seu crescimento. Há vários tipos de cirurgias para remover a fibrose uterina.
A endometriose ocorre quando tecidos que geralmente crescem dentro do útero passam a crescer fora dele. A endometriose pode causar dor antes e durante os primeiros dias do ciclo menstrual. Em torno de 30 a 50% das mulheres com endometriose são inférteis, fazendo com que esta seja uma das 3 principais causas de infertilidade feminina. Mulheres com endometriose também pode ter menstruação pesada. Há várias formas de tratar a dor, incluindo analgésicos, terapia hormonal e cirurgia. Também há alguns tratamentos para a infertilidade associada à endometriose.
A dismenorréia refere-se à menstruação dolorosa, incluindo cólicas menstruais severas. Geralmente essa condição não é séria, embora possa algumas vezes ser causada por infecção, endometriose ou cisto no ovário. Dor na menstruação pode algumas vezes ser aliviada usando bolsas quentes ou tomando banho morno. O médico pode receitar pílula anticoncepcional para tornar a menstruação menos dolorosa.

Um dos assuntos mais delicados e que toda a mãe tem preocupação em conversar com a filha é a primeira menstruação. Não adianta adiar ou fingir que esse papo não precisa acontecer, já que mais cedo ou mais tarde você precisará enfrentar esse problema. É muito importante que você se informe bem para pode passar tudo com calma e tranquilidade para a sua filha.
Os primeiros indícios de que a sua filha vai menstruar virão por volta dos 9 anos de idade. A primeira menstruação ou menarca acontece entre os 9 e os 14 anos de idade. Os seios dela começarão a crescer e os pelos pubianos aparecerão. A cintura começa a ficar mais fina e o corpo toma forma.
Este processo varia de menina para menina; umas demoram mais, outras demoram menos então não fique alarmada se as colegas da sua filha já tiverem menstruado e a sua filha ainda não. É um processo natural que depende do organismo dela.
Você deve explicar que isso é natural, acontece com todas as mulheres. Explique para ela que a menstruação é uma fase de transição para a vida adulta e que com isso ela começa a se transformar e se preparar para a vida adulta e quem sabe, futuramente ser mãe. Mas nunca relacione menstruação com gravidez, isso pode assustar a sua filha.
A transformação do corpo é a preparação para a vida sexual e o amadurecimento físico e psicológico dela. O corpo e a mente se transformam para essa nova fase da vida. Isso não significa algo ruim; é uma evolução para melhor. Sempre a lembre disso.
Essa conversa, sempre antes de ocorrer a menstruação, quando você perceber os primeiros sinais da menarca é que vai dar tranquilidade para que ela enfrente essa situação com naturalidade.
É bom você explicar que o sangramento que ela vai ter todo o mês é resultado do desprendimento das células da parede do útero dela. Cada ciclo é mensal e dura de 3 a 7 dias, com um intervalo de 28 dias entre um ciclo e outro. Assim ela não se assusta achando que está machucada ou que vai ficar fraca com a perda de sangue.
É interessante também, na hora que acontecer a primeira menstruação você verificar se ela não está constrangida antes de fazer “festa” ou contar para todos os parentes. Ela pode se sentir envergonhada que outras pessoas, além de você saiba que isso aconteceu. A única coisa que não pode acontecer é o assunto não ser comentado ou ainda ser tabu na sua casa.
Neste momento a sua filha precisa de muita conversa compreensão e apoio e não de festa ou que você fique emocionada com a menarca dela. Ela está passando por muitas mudanças e precisa do seu apoio.
Caso você queira que um profissional explique a situação melhor para ela, ou você se sentir confusa, não hesite em levá-la ao ginecologista. Ele pode auxiliar você nessa hora.
21 de abr. de 2010
Você não acredita que isso seja possível durante esses nove meses? Há quem jure que fica ainda melhor. Veja por que esses momentos podem, sim, ser mais freqüentes durante a gestação
Paula Brandão Sereno
No começo, são os enjoos e a sonolência. No fim, aquele barrigão e o medo de machucar o bebê. Fazer sexo durante os nove meses da gestação já parece complicado, chegar ao orgasmo, então, nem se fala! Mas basta você saber que está grávida para começar a ouvir as mais picantes histórias de que a transa fica ainda melhor nesse período... Uma pesquisa realizada em Portugal confirmou que esses relatos são reais e ainda mostrou que três em quatro mulheres não têm problemas sexuais na gravidez – e que 80% manteve relações até o terceiro trimestre. Ainda assim, você pode pensar que falar é fácil, difícil é conseguir ser sedutora com a nova silhueta e todo o mal-estar. Deixe o pessimismo de lado e agarre-se a um fato que vale mais do que mil histórias: a gravidez prepara o corpo feminino psicológica e fisicamente para orgasmos mais intensos e até múltiplos. Animada? Tem mais: essas mudanças podem representar até o empurrãozinho definitivo para quem nunca experimentou as delícias do clímax sexual antes.
E não é só papo, não. Evidências científicas mostram por que as grávidas têm mais facilidade de atingir o orgasmo que outras mulheres. “Os picos de o ocitocina (hormônio que provoca as contrações uterinas e estimula a produção de leite) promovem o fortalecimento dos laços afetivos. Se você se sente conectada ao parceiro de forma especial e plena, essa sensação se intensifica ainda mais”, afirma Danielle Cavalluci, norte-americana especialista em sexo, fitness e nutrição. “Outro ponto crucial é o maior fluxo de sangue que a região pélvica recebe, deixando a área genital ultrassensível. Em outras palavras, qualquer estímulo pode acionar o desejo por sexo.”
Os sonhos também podem ser fonte de prazer. Segundo Danielle, você pode ter mais sonhos relacionados ao sexo – e lembrar-se deles. O seu inconsciente manifesta esse desejo. “Divida com seu parceiro. Eles adoram participar de qualquer situação que provoque satisfação sexual à mulher”, diz. Danielle se aprofundou tanto no assunto que junto com a doutora em sexualidade humana Yvone K. Fulbright escreveu o livro Your Orgasmic Pregnancy: Sex Little Secrets Every Hot Mama Should Know (Sua Gravidez em Orgasmos: Pequenos Segredos Sensuais que Toda Mãe Quente Deve Saber, sem previsão de chegada ao Brasil).
Um dos segredos do livro diz respeito ao que usar para uma noite mais, digamos, apimentada: “Invista pesado em lingeries e camisola sexy, sim, mas com corte específico para grávidas. Elas ajudam a desenhar uma silhueta bonita e a farão se sentir orgulhosa da sua barriga, não com vergonha.” A dica é importante porque a sensação de estar bela e atraente não é realidade para todas as gestantes. Algumas simplemente não conseguem se reconhecer nesse novo corpo. Se você faz parte desse time, não se sinta pressionada. “Se o problema são novas as formas, atenha-se à ideia de que é passageiro, de que seu corpo só está diferente para dar conforto ao bebê. Tente encontrar formas de cuidar da sua autoestima”, diz Danielle. Converse com seu parceiro. Fale abertamente sobre suas dúvidas, seus receios. Isso pode ajudá-lo a encarar os dilemas que a gestação trouxe para ele também. Quanto mais próximos vocês estiverem, maior a cumplicidade – e, por que não, as chances de viver bons momentos na cama.
Você ainda não se convenceu que pode ter uma transa mais gostosa na gravidez e só consegue pensar nos possíveis riscos que ela traz, como a antecipação do parto? Esqueça! Um recente estudo norte-americano com 600 casais mostrou que os ativos sexualmente não tiveram bebês antes da 37ª semana. E ainda há mais boas notícias: a descarga de endorfina liberada após um orgasmo melhora a irrigação do útero, ajudando a nutrir o bebê. Sem falar que a sensação de bem-estar que você sente se estende ao seu filho também.
Na verdade, são raras as situações onde o sexo deve mesmo ser suspenso por apresentar algum risco, como quando há ameaça de aborto ou de parto prematuro. Só o médico pode fazer essa avaliação. Fora isso, toda prática pode ser benéfica. Inclusive o sexo oral. E se você é adepta dos brinquedos, não precisa aposentá-los. Pode continuar utilizando seu vibrador desde que o higienize da forma correta (lave com água e sabão neutro em abudância, seque e guarde em lugar arejado). Se você tem dúvidas, não deixe de perguntar para o seu obstetra. Derrube os tabus e vá atrás do seu prazer!
O SEXO TRIMESTRE A TRIMESTRE
PRIMEIRO: Você pode ter uma queda brusca de apetite sexual. Os sinais da gravidez, como enjoos e sonolência, não ajudam. Seu corpo está assimilando diversas mudanças físicas e hormonais. Até que você e seu parceiro se sintam confortáveis, é melhor respeitarem a disposição um do outro.
SEGUNDO: A situação muda para melhor! O mal-estar tende a desaparecer e o casal está cada vez mais adaptado às novas curvas. Grande parte das posições usuais ainda são possíveis. Se algum movimento incomoda, não hesite em mudar.
TERCEIRO: A posição mais utilizada é a de quatro apoios, que não pressiona o abdome, mas há outras opções. Naquela em que a mulher cavalga o homem também não há pressão sobre a barriga e, de quebra, ela consegue controlar o ritmo e a intensidade da penetração. Já a de conchinha, além da possibilidade dela apoiar a barriga sobre um travesseiro, permite que o parceiro explore outras zonas erógenas com as mãos.
Colaboração Helena Dias
Fontes: Abner Lobão Neto, Ginecologista e Obstetra, Coordenador do Pré-Natal Personalizado da Unifesp; Elizabeth Leão, Ginecologista da Beneficência Portuguesa (SP); Nilson Szylit, Ginecologista e Obstetra do Hospital Albert Einstein (SP); Sylvia Faria Marzano, Urologista e Terapeuta Sexual do Instituto ISEXP
O novo livro de Elizabeth Gilbert, autora de “Comer, rezar, amar”, afirma que, apesar do enorme risco de separação, casar é uma aposta que vale a pena
Ivan Martins e Kátia Mello
O casamento. A boda. O matrimônio. O que essas palavras evocam são imagens tocantes e cenas de festa. Uma noiva sorrindo à beira de um lago, radiante em seu vestido branco de cetim que, embora ela não saiba, foi usado pela primeira vez pela rainha Vitória, da Inglaterra, em seu casamento com o príncipe Albert, em 1840. De lá para cá, as noivas no Ocidente vestem branco. E são rainhas por um dia.
Mas o casamento, a boda, o matrimônio – e mesmo a forma laica e informal de compromisso, a coabitação –, não se resume a uma festa. Depois da noite de núpcias, começa, para todos os casais, aquilo que o psiquiatra Alfredo Simonetti, ligado ao Hospital das Clínicas de São Paulo, descreve como “o sofrimento de viver a dois”: uma luta diária contra a natureza humana, que, ao mesmo tempo que atrai as pessoas para a vida conjugal, faz com que elas, rapidamente, se desapontem com as dificuldades do cotidiano a dois.
As estatísticas brasileiras são eloquentes a respeito tanto do fascínio quanto das agruras do casamento. Cerca de 1 milhão de pessoas se casam todos os anos no Brasil – e pouco mais de 250 mil se separam no mesmo período. Logo, de cada quatro casamentos, um termina em separação. Embora a estatística seja adversa, o risco não é suficiente para fazer as pessoas deixar de casar. Os números do IBGE mostram que a quantidade de uniões por 100 mil brasileiros aumenta um bocadinho a cada ano. Entre 1998 e 2008, o número de casamentos cresceu 34,8%, superando em 13 pontos porcentuais o crescimento vegetativo da população nessa faixa etária. Os divórcios e as separações, no mesmo período de dez anos, cresceram menos, 33%. A diferença é pouca, mínima na verdade, mas sugere que o sonho de casar está mais em alta que a vontade de se separar.
Há várias maneiras de olhar para essas estatísticas de casamento e separação. Uma delas é com otimismo: as pessoas se separam por que estão infelizes, e é bom que a lei facilite o afastamento. Antes de 2002, a separação judicial no Brasil, quando não era consensual, estava condicionada à comprovação de “culpa objetiva e específica” de uma das partes. Hoje em dia, qualquer motivo, mesmo fútil, é suficiente para que o juiz aceite a “impossibilidade de vida comum”. Os juízes entendem que, se uma das partes não quer, basta. Qualquer que seja a razão.
Outra forma de olhar para a mesma estatística é com alarme. Afinal, a cada casamento fracassado corresponde uma dose imensa de sofrimento humano. O divórcio, diz um estudo americano, só perde em termos de estresse para a morte de um cônjuge. É das piores experiências que as pessoas podem ter na vida. Para os filhos, a separação também é dolorosa. Cria períodos de terrível ansiedade. Quando se olha para além da família, a onda de separações tem como consequência social o empobrecimento das pessoas. Mães pobres que criam sozinhas seus filhos, como mostram pesquisas recentes, estão entre os poucos grupos sociais que não conseguiram se beneficiar da elevação geral da renda brasileira dos últimos anos. Parecem estar abaixo da possibilidade de ascensão.
As pesquisas sugerem que o sonho da maioria continua sendo um único casamento, que dure a vida inteira
Tudo isso seria mais ou menos irrelevante se homens e mulheres estivessem perfeitamente confortáveis com a ideia de casamentos seriais. Eles seriam intercalados por períodos miseráveis de separação e pelo êxtase da descoberta de uma nova parceira ou parceiro. Não é isso que a pessoas querem. Mesmo nos Estados Unidos, país que tem uma longa tradição de convívio com o divórcio, onde metade das uniões termina em separação (o dobro da taxa brasileira!), as pesquisas sugerem que o sonho da maioria continua sendo um único casamento longo e feliz, que abarque a existência, produza filhos e dê à vida de cada um dos cônjuges uma riqueza de sentido que ela não teria sozinha. As pessoas não se separam por ter superado essa aspiração romântica. Ao contrário, elas se afastam amarguradas por não conseguir atingir esse ideal. Em geral, quem faz isso é a mulher. Nos Estados Unidos, elas são responsáveis por dois terços dos pedidos de separação. No Brasil, essa proporção é ainda maior, 72%. Ao que tudo indica, para essas mulheres o sonho de felicidade no casamento não mudou. A realidade é que tem se revelado mesquinha.
Ninguém tem escrito com mais propriedade e mais aceitação sobre os dilemas do casamento do que a americana Elizabeth Gilbert, de 40 anos, autora do superbest-seller Comer, rezar, amar. Nesse livro de 2006, que vendeu 7,5 milhões de cópias e foi traduzido em 30 idiomas, ela conta como rompeu um casamento juvenil desastroso, passou por um divórcio nauseante, mergulhou em depressão, viajou o mundo para tentar juntar seus próprios pedaços e, ao final dessa jornada quase épica, tendo jurado nunca mais se casar, se apaixonou em Bali, na Indonésia, por um charmoso expatriado brasileiro, 17 anos mais velho que ela, apresentado no livro como Felipe – e que, segundo o jornal The New York Times, chama-se, na verdade, José Nunes. As memórias de Gilbert venderam 300 mil cópias no Brasil. O filme com o mesmo título, que será lançado em setembro no país, tem elenco para ser outro sucesso. Gilbert será interpretada por Julia Roberts e Felipe-Nunes pelo espanhol Javier Bardem, o romântico cafajeste de Vicky Cristina Barcelona.
Em janeiro deste ano, pondo fim a uma monumental expectativa editorial, Gilbert lançou Committed, a skeptic makes peace with marriage. Na tradução brasileira, a ser lançada em agosto pela Objetiva, o título será Comprometida – Uma história de amor. A história autobiográfica começa onde a outra termina, apenas 18 meses depois. Ela e o namorado brasileiro, comerciante de pedras preciosas, chegam aos Estados Unidos de mais uma viagem ao Oriente, e ele é detido pela imigração. Motivo: excesso de entrada e saída no país sem a cidadania americana. Os dois, que já viviam juntos na cidade de Filadélfia, são informados de que ele não mais poderá entrar no país, a não ser que os dois se casem – o que só poderá acontecer, graças às complicações das leis americanas para imigrantes, depois de meses de espera e milhares de dólares gastos com advogados. Felipe é deportado para a Austrália (seu país oficial de residência) e começa, para o casal, um longo exílio fora dos Estados Unidos, durante o qual Gilbert hesita, pesquisa e pondera sobre as possibilidades de que esse novo casamento, ao contrário do primeiro, funcione. Committed é o resultado desse período de incerteza e investigação. Ele encerra um vigoroso “sim” para o casamento (apesar da incerteza inerente a ele). “Talvez a única diferença entre o primeiro casamento e o segundo é que, da segunda vez, você sabe que está apostando”, diz Gilbert.
Outra ilusão que o livro se empenha em destruir é a completude. Não há um homem ou mulher, diz ela, que seja capaz de preencher a vida de cada um de nós. A pessoa que porá nosso mundo no lugar ou fará com que ele permaneça à deriva somos nós mesmos. O outro é um companheiro de viagem, não um pedaço de nosso corpo ou uma fração de nossa alma. Muito menos um guia. “Eu me recuso a sobrecarregar Felipe com a tremenda responsabilidade de me completar”, ela escreve. “Já lidei o suficiente com minhas falhas para saber que elas pertencem apenas a mim. Mas foi preciso mais de três décadas e meia para chegar a isso.”
Embora não sejam realmente revolucionárias, e em alguns momentos até cortejem o lugar-comum, as conclusões de Gilbert estão afinadas com as ideias mais recentes dos especialistas em casamentos. O psiquiatra Simonetti, autor do livro O nó e o laço – Desafios de um relacionamento amoroso, é um deles. Ele acredita que o fator isoladamente mais importante para evitar a separação dos casais é, justamente, aprender a ser sozinho. “Se a pessoa aprende que ela sobrevive sozinha, o outro passa a ser um companheiro de jornada, e não uma necessidade absoluta”, diz ele. “Caso contrário, ela vai tentar prender o outro. É um paradoxo.” Outra estudiosa do assunto, a americana Michele Weiner-Davis, autora de livros sobre casamento que faz palestras no mundo inteiro, também diz que o romantismo é um problema, não uma solução. “Fomos educados a acreditar que o casamento é romântico, mas ele não é”, afirma. “O casamento é uma relação de conexão com o parceiro, é educar filhos e cuidar um do outro, é ser fiel.” O mesmo diz a antropóloga brasileira Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “A fantasia romântica destrói qualquer possibilidade de casamento”, ela afirma. “É preciso ter uma visão crítica daquilo que se vê nos filmes e se lê nos romances. A vida real não sustenta essas fantasias.”
Se o casamento é menos uma questão de sentimentos exaltados e mais a expressão de cuidados e atitudes cotidianos, talvez se possa aprender alguma coisa com a experiência de casais bem-sucedidos. A atriz Alexandra Plubins, de 46 anos, está casada há 15 com o engenheiro Mauro Rodrigues, de 51. Eles têm três filhos (os gêmeos Pablo e Diego, de 17 anos, e a caçula Laura, de 13) e vivem em Teresópolis, no Estado do Rio de Janeiro. Alexandra deu à luz aos 29 anos, seguiu morando com a mãe e casou-se com Mauro apenas dois anos depois. Eles têm vivido juntos desde então. “Mauro é supercompanheiro. Lava, passa, limpa a casa e, se eu preciso trabalhar, fica com as crianças”, diz. Esse tipo de comportamento prático e atencioso, que pode ser entendido como feminista, parece ser imensamente importante do ponto de vista da preservação do afeto das mulheres. Em seu livro, Gilbert conta que seu namorado brasileiro faz jantar todos os dias: ele fica no fogão, ela toma vinho, e os dois conversam. A escritora diz que em cinco anos de relacionamento nunca precisou ir ao supermercado comprar comida. E que isso não tem preço.
INTIMIDADE Andréa e Alexandre além de tirar férias sem os filhos, eles conversam muito. Estão juntos há 16 anos
Além da divisão das tarefas da casa, parece haver mais coisas a ser aprendidas com os casamentos sólidos – como a decisão de criar espaços exclusivos para o casal, que não incluam os filhos. Todos os especialistas dizem que isso é essencial para manter a chama do desejo e reforçar a sintonia. O comerciante Alexandre Cavalcante, de 36 anos, e a mulher Andréa Cristina, dona de casa, fazem assim: tiram duas semanas de férias por ano, sem as crianças. Eles têm Vanessa, de 16 anos, e Mateus, de 10. Vivem em Natal, no Rio Grande do Norte. “Em janeiro passado, nós dois fizemos um cruzeiro”, diz ele. O sucesso desse casamento é um desafio às estatísticas. A união começou com a gravidez de Andréa aos 18 anos e tinha tudo para acabar rápido. “Todos apostavam que não duraria seis meses”, diz Alexandre. Já dura 16 anos. Andréa, que agora tem 35, atribui isso ao fato de os dois conversarem muito. Ele acha que o essencial é a consciência de estar casado. “Casar é saber que não é só você”, afirma.
Coincidentemente, esses dois casais defendem, no campo do sexo, uma atitude que a americana Michele Weiner-Davis chama de filosofia Nike: just do it. Em português, Faça logo. “Mesmo que você não esteja com muita vontade, comece. E se permita ser estimulado fisicamente”, diz ela. “Essa é a melhor forma de vencer o tédio sexual.” Para Andréa e Alexandre, o casal de Natal, esse truque tem funcionado há anos. “Mesmo que a gente não esteja com vontade, faz um esforço”, diz ela. A atriz Alexandra conta algo semelhante. “Se eu me acomodo, não vou mais sentir desejo. Não quero que Mauro seja meu ‘amiguinho’. Preciso me sentir cortejada.”
Como as mulheres são responsáveis por 72% dos pedidos de separação, é importante atentar para a subjetividade delas.
A VOLTA Lúcia e Rubens após duas separações, decidiram continuar casados
Outra obsessão feminina à qual os maridos não costumam dar atenção é a intimidade. Para os homens, essa palavra tem uma conotação quase puramente física, enquanto no universo feminino intimidade significa um milhão de outras coisas. “Um nível profundo e psicológico de comunicação e reciprocidade”, por exemplo. Ou “um jeito de falar sobre si e de ser escutada pelo outro”. Ou, ainda, “um tipo de conversa especial, de entrega singular, de quem fala e de quem escuta”. Essa intimidade de atributos quase metafísicos, diz Mirian, está por trás de inúmeros pedidos de separação no Brasil. “A mulher casada há vários anos diz que não consegue mais ter intimidade com o marido”, afirma ela.
No livro de Elizabeth Gilbert, uma passagem sugere que a intimidade não é uma questão apenas das mulheres brasileiras. Ela relata um estudo americano sobre adultério no qual se mostra que, antes de trair, a mulher constrói, muitas vezes de forma inocente, um espaço de intimidade com outro homem. Em geral é um amigo ou colega de trabalho que, aos poucos, toma o lugar de confidente que o marido deixou de ocupar. Essa inversão cria cumplicidade, reforça a exclusão do marido e abre a porta para o sexo extraconjugal, que tem potencial para destruir até o casamento mais sólido. “No momento em que você se descobre partilhando com um novo amigo segredos que deveriam pertencer a seu marido, é hora de voltar para casa e falar abertamente sobre isso”, diz Gilbert.
A lista dos desafios que cercam o casamento moderno ilustra o óbvio: a instituição está em crise. Desde o final do século passado, quando as leis começaram a permitir a dissolução dos casamentos, as separações têm aumentado ano a ano. Gilbert enfatiza em seu livro que a multiplicação dolorosa das separações tem sido a outra face de uma das conquistas mais caras à humanidade: o casamento por amor. “Talvez o divórcio seja uma taxa que nós todos pagamos coletivamente, como cultura, por nos atrevermos a acreditar no amor – ou, pelo menos, por vincularmos o amor a um contrato social tão vital como é o casamento”, ela escreve. Tão logo as pessoas conquistam o direito de casar por amor, passam a exigir o direito de se separar quando o amor acaba. E conseguem. Isso está acontecendo na Índia e em outras culturas tradicionais neste preciso instante. Não há muito o que se possa fazer. A seta da cultura global avança na direção da liberdade de escolha, e a nós, como pessoas e como sociedade, resta conviver com a dor de nossos desejos realizados.
Tão logo as pessoas conquistam o direito de casar por amor, passam a exigir o direito de se separar quando ele acaba
Lúcia Razera e Rubens Crispim Jr. sabem como é isso. Eles vivem juntos há 11 anos, desde que ela tinha 22 e ele 26. Casaram-se oficialmente em 2003 e, recentemente, tiveram duas separações. Breves. Agora estão juntos novamente, em São Paulo, com os filhos Vitor, de 10 anos, e Clara, de 6. “Eu sentia falta de ficar apaixonada, não tinha mais borboletas no estômago”, diz Lúcia. Rubens tinha outra queixa: “Para mim, separar era ter liberdade. Eu gosto de ficar sozinho”. A distância não resolveu as insatisfações e criou outras. Eles voltaram, depois de demoradas negociações, com algumas mudanças. Decidiram que vão falar sem tabus sobre seus desejos. Acertaram também que cada um deles vai fazer mais coisas sem o outro – sair, ver amigos, estar. Rubens, diretor de cinema publicitário, tem passado mais tempo em casa depois da volta. E Lúcia, que é administradora, passou a trabalhar com o marido. “A gente não tem necessidade, mas tem vontade de ficar casado e dividir as coisas”, diz ela.
Gilbert, a escritora que fez fama e fortuna demolindo a instituição do casamento em Comer, rezar, amar, também descobriu, em seu novo livro, que ainda é importante dividir a vida com quem se ama. Mesmo que a ameaça de dor e rompimento paire no horizonte. As garantias acabaram, mas o desejo humano de partilhar não terminou. É dele que vem o alento sempre renovado dos casamentos. “Quando comecei a estudar esse assunto, eu via o casamento como algo opressivo e anacrônico, terrivelmente destrutivo”, diz ela. “Ao terminar, concluí que é algo complexo e duradouro, que deve estar aqui por alguma razão, talvez porque está sempre evoluindo.” Como tantos apaixonados antes dela, a cética foi vencida pela esperança.

A história do beijo
"Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2.500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.
Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.
No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente. No latim, beijo significa toque dos lábios. Na cultura ocidental, ele é considerado gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida; entre amantes e apaixonados, como prova da paixão.
Mas é também um sinal de reverência, ao se beijar, por exemplo, o anel do papa ou de membros da alta hierarquia da Igreja. No Brasil, D. João VI introduziu a cerimônia do beija-mão: em determinados dias o acesso ao Paço Imperial era liberado a todos que desejassem apresentar alguma reivindicação ao monarca. Em sinal de respeito, tanto os nobres, como as pessoas mais simples, até mesmo os escravos, beijavam-lhe a mão direita antes de fazer seu pedido. Esse hábito foi mantido por D. Pedro I e por D. Pedro II." (Wikipédia)
Alguns tipos de beijo:
beijo de tia: aquele em que só as bochechas se encostam e a boca beija o nada.
beijo francês: Os amantes colam os lábios nas bochechas um do outro e fazem um movimento circular com a língua.
beijo chinês: cola-se os lábios e o nariz na bochecha do parceiro , aspira-se o seu perfume e em seguida estala-se a boca num beijo sonoro.
beijo japonês: dado pelo homem na nuca da gueixa.
beijo italiano: O famoso beijo de língua.
beijo grego: Carícia oral no ânus do parceiro.
OS INIMIGOS DO BEIJO
Desentupidor(a) de pia: aquela pessoa que quer engolir a boca do outro na hora do beijo.
Boca de siri: aquela pessoa que não abre a boca de jeito nenhum.
Meio quilo de batom (meninas não exagerem! Os homens detestam ficar borrados de batom!).
Mau hálito.
Gosto de cigarro, que horrível!
OS SIGNIFICADOS DO BEIJO
O beijo como uma declaração de amor...
um beijo na mão = te adora.
um beijo na bochecha = somente quer ser seu(a) amigo(a).
um beijo no pescoço = te quer.
um beijo nos lábios = te ama.
um beijo na orelha = está apenas brincando.
um beijo em qualquer outro lugar = não se deixe levar muito longe.
um beijo passando a mão em seus cabelos = não pode viver sem você.
um beijo com as mão na sua cintura = te ama demais para te deixar ir.
Mais
Sabem que um beijo movimenta 29 músculos, 12 dos lábios e 17 da língua.
As pulsações cardíacas durante o beijo saltam de 70 para 140 por minuto.
Além disso, um só beijo pode queimar de 3 a 12 calorias, dependendo da sua intensidade.
Italiano: Baccio,
Inglês: Kiss,
Espanhol: Beso,
Japonês: Kissu,
Alemão: Küchen,
Francês: Baiser,
Maia: Tzub,
Sumeriano: Su-Ub,
Tupi Guarani: Pitér,
Grego: "felia",
Sueco: Xkyss
Russo: Potselui,
Hebraico: Neshiká ,
Chinês: Quin Wen .
20 de abr. de 2010
MODALIDADES
Mexidos
São os coquetéis preparados no mixing glass, as bebidas usadas na sua elaboração são de fácil mistura, depois são coados e servidos sem gelo. Por serem servidos sem gelo na hora da preparação adiciona-se uma grande quantidade de gelo para que o coquetel fique bem gelado, ele é mexido com o auxilio de uma colher bailarina. O copo em que for servido deve ser previamente gelado.
Batidos
São os coquetéis que utilizam bebidas e ingredientes de difícil mistura, como açúcar, creme de leite, frutas ou suco de frutas e licores. São batidos na coqueteleira com gelo.
Montados
Dispensam a utilização da coqueteleira e do mixing glass, são preparados com gelo no próprio copo em que serão servidos.
CATEGORIAS
Short Drinks
Coquetéis servidos geralmente em copo old-fashioned, ou em taças de coquetel. Os short drinks possuem, na maioria das vezes, um teor alcoólico bem alto, por isso são indicados para serem tomados antes ou após uma refeição, e nunca durante.
Long Drinks
Conhecidos também como Highballs, são coquetéis refrescantes preparados em copo de long drink com gelo, misturando uma ou mais bebidas e completados com sucos, refrigerantes, água com gás, água tônica ou energéticos. São indicados para dias quentes, em geral, são refrescantes e repousantes.
Hot Drinks
São bebidas feitas com chocolate, café ou água quentes normalmente servidas no inverno, em canecas especiais.
Frozen Drinks
São preparados no liquidificador, com bebidas destiladas, licores, gelo, sorvete, bolachas ou leite condensado. O ideal é que fique com uma textura cremosa e lisa, sem pedaços de gelo no meio.
FINALIDADES
Estimulantes do apetite
São drinks aperitivos. Com sabor seco, amargo ou ácido na maioria das vezes, devem ser servidos antes das refeições para estimular o apetite. Quase sempre são elaborados a partir de uma bebida destilada e misturados com suco de frutas ácidas, vermutes, bitter, etc.
Digestivos
São coquetéis indicados para serem tomados após as refeições. São compostos por licores e destilados.NutritivosSão considerados nutritivos por levarem em sua composição ingredientes ricos em calorias, como sorvetes, bolachas, chocolate, leite, etc.
Refrescantes
Os drinks refrescantes são feitos com uma bebida destilada e as vezes um licor, misturados com sucos de frutas, refrigerantes, água com gás e bastante gelo. A maior parte das bebidas refrescantes aparece nas categorias long drinks e collins.
Estimulantes físicos
São coquetéis quentes indicados para climas frios. Compostos por bebidas destiladas, água ou café quente e condimentos especiais.
GRUPOS CLÁSSICOS
Sours
São coquetéis azedos. Os sours no Brasil, são preparados à base de bebidas destiladas, suco de limão e açúcar, como a capirinha. Na Europa e na América do Norte, são preparados com sucos ácidos e servidos em copos on the rocks.
Fizzes
São drinks efervescentes. Preparados com bebidas destiladas, suco de frutas ácidas, açúcar e gelo, batidos e completados com Club Soda, água com gás ou champanhe, devem ser servidos logo a seguir, para não perderem a efervescência.
Eggnogs
São drinks que levam em sua receita uma gema de ovo crua. Hoje em dia, é quase impossível achar essa categoria em algum bar, devido a casos de salmonela (doença causada pela gema de ovo contaminada).
Frappes
Licores servidos após as refeições, em taças com gelo ou sem gelo.FanciesSão coquetéis enfeitados ou coloridos, em geral, os fancies são coquetéis preparados pelo barman para atrair a atenção dos clientes.
Café Coquetel
Bebidas feitas à base de café bem quente, bebidas destiladas e licores.
Cups
Os cups são preparados em vasilhas grandes e são perfeitos para serem servidos em festas e reuniões. Na maior parte das vezes é feito com frutas frescas ou suco de frutas, vinhos, licores e bebidas destiladas.
Grogs
São bebidas quentes e açucaradas feitas à base de rum, kirsh, Conhaque ou gin.
Pousse Café
Representa o licor que se toma após o café. Preparados em camadas os pousse cafés são elaborados com bebidas digestivas e licores.
Collins
Preparados à base de bebidas destiladas como whisky, Gin ou Rum, com adição de água tônica ou com gás, açúcar ou até algum suco ácido, são parecidos com os long drinks mas são maiores.
Slings
Bebida elaborada a partir de Gin ou Whisky, água e açúcar, também pode ser preparada com bebidas destiladas e licores.
Soft Drinks
São bebidas sem álcool preparadas com sucos de fruta, refrigerantes, xaropes, servidos em copo long drink ou taça de coquetel, são muito saborosos e refrescantes.

Eis uma festa de 15 anos que combina com o nosso país, um luau ou também conhecida como festa havaiana. Confira nossas sugestões.
O local e decoração
Assim cada pessoa pode se servir e todos ficam à vontade !
Os copos e pratos podem ser descartáveis e coloridos, de acordo com o clima descontraído da festa.
Caso ninguém da turma queira se arriscar, você pode escolher música havaiana ou um reggae para animar!
Deixe também água, refrigerantes e cerveja à disposição.
15 de abr. de 2010
As meninas que são mais baixinhas devem se beneficiar dos vestidos com estrutura longilínea. Quanto mais retinha for a peça, maior a impressão de que a pessoa é mais alta. O vestido não precisa ser colado no corpo, mas é bom saber que saias que abrem a partir da cintura dão sensação de achatamento. Do que mais fugir? Dos véus muito compridos.
Abaixo você vê alguns modelos bem reto. São exemplos de corte para as baixinhas se inspirarem e partir deles começarem a pensar em tecidos, detalhes e bordados.



Infertilidade é geralmente definida como não ser capaz de engravidar, apesar de tentar, por mais de um ano. Uma visão mais ampla da infertilidade inclui não ser capaz de levar uma gravidez e ter um bebê.Gravidez é o resultado de uma cadeia de eventos. A mulher precisa liberar ovo de um dos ovários (ovulação). O ovo deve viajar através do tubo de falópio até o útero. O esperma do homem precisa juntar-se (fertilizar) ao ovo. O ovo fertilizado precisa então fixar no interior do útero. Ainda que isso pareça simples, na verdade há muitas coisas que podem acontecer para impedir que ocorra a gravidez.
É um mito que a infertilidade seja sempre um problema da mulher. Em torno de 1/3 dos casos de infertilidade são decorrentes de problemas com o homem e 1/3 devido a problemas com a mulher. Os outros casos são uma combinação de fatores no homem e na mulher ou causas desconhecidas.
A infertilidade masculina é geralmente causada por problemas na produção do esperma ou em conseguir que o esperma alcance o ovo. Problemas com esperma podem ser de nascença ou desenvolvidos mais tarde devido a doença ou lesão. Alguns homens não produzem esperma, ou produzem muito pouco. O estilo de vida pode influenciar a quantidade e qualidade do esperma. Álcool e drogas podem reduzir temporariamente a qualidade do esperma. Toxinas no ambiente, incluindo pesticidas, podem causar alguns casos de infertilidade masculina.
Idade é um fator importante na infertilidade feminina. A capacidade do ovário produzir ovos declina com a idade, especialmente depois dos 35 anos. Em torno de 1/3 dos casais onde a mulher tem mais de 35 anos experimenta problemas de fertilidade. Quando a mulher atinge a menopausa ela não mais poderá produzir ovos ou ficar grávida.Outros problemas também podem causar a infertilidade feminina. Se os tubos de falópio estão bloqueados o ovo não pode viajar até o útero. Tubos bloqueados podem ser resultado de doença inflamatória na pélvis, endometriose ou cirurgia de uma gravidez ectópica.
Se você está tentando ter um bebê e não consegue, pode desejar ajuda médica. Caso a mulher tenha mais de 35 anos, ou tenha outra razão para acreditar que possa ter problema de fertilidade, não precisa esperar um ano de tentativas de engravidar para procurar um médico. Uma avaliação médica pode determinar as razões para infertilidade conjugal. Geralmente esse processo começa com exames físicos e histórico médico e sexual do casal. Se não houver nenhum problema óbvio pode-se precisar fazer testes.Para o homem, a testagem geralmente começa com testes do sêmen para verificar a quantidade, forma e mobilidade do esperma. Algumas vezes outros tipos de testes, como teste de hormônio, são feitos. Para a mulher o primeiro passo da testagem é verificar se está ovulando todos os meses. Há várias formas de fazer isso. Por exemplo, ela pode acompanhar as mudanças na sua temperatura corporal pela manhã e a textura do seu muco cervical. Outro instrumento é o kit de teste caseiro de ovulação, o qual pode ser comprado em farmácias e drogarias. A checagem da ovulação também pode ser feita em clínica médica usando testes de sangue para verificar os níveis hormonais ou teste de ultrasom para os ovários. Se a mulher estiver ovulando, será preciso fazer mais teste cujos mais comuns incluem:
Histerossalpingografia - Um raio-x dos tubos de falópio e útero depois deles terem sido injetados com pigmento. Mostra se os tubos estão abertos e a forma deles.
Laparoscopia - Um exame para detectar doença nos tubos e outros órgãos femininos. Um instrumento chamado laparoscópio é usado para ver dentro do abdome.


Processo nº: 2357.
VÁLTER DE SOUZA & LUCILÂNIA TEMOTEO DANTAS.
Processo nº: 2358.
ROGERIO ALVES MISAEL & LUCIENE BATISTA ALVES.
Ela, filha de LAERTE ALVES DA HORA e de EMILCE BATISTA ALVES DA HORA.
Processo nº: 2359.
GLEISON MOTA DOS SANTOS & FERNANDA REIS DA COSTA.
Processo nº: 2360.
CAIO CESAR PRADO DE LIMA & JÉSSICA DA SILVA DOS SANTOS.
ALEXIS ALVARES BELO & LARISSA FEITAL DE SOUZA.
Quem souber de algum impedimento acuse-o na
forma da Lei.
Rio das Ostras, 09 de Abril de 2010
Danny dos Santos Reis
Substituto
13 de abr. de 2010

A nova febre entre as noivas, é fazer vestidos que tenham saias embabadas. Sejam elas em camadas de babados regulares ou irregulares, aplicados na horizontal ou até mesmo na vertical. A tendência já vinha mesmo migrando para uma inspiração em vestidos mais volumosos, mesmo as mais discretas, tem gostado de pensar em saias mais trabalhadas. Elas sempre acompanham partes de cima dos vestidos mais alongadas e secas, deixando o volume realmente só mais embaixo. Combinar esse tipo de saia com volume em cima, só mesmo para as bem magrinhas, e mesmo assim com alguma faixa marcando a cintura e deixando bem aparente sua silhueta.
12 de abr. de 2010
Rio das Ostras recebe unidade móvel do Hemocentro Regional de Campos
Início: 14/04/2010 - Término: 15/04/2010
Horário de funcionamento será:
das 10h às 17h, no dia 14 e
das 08h às 16h, no dia 15.
A doação de sangue é um ato voluntário e altruísta que SALVA VIDAS.Doar sangue é seguro e quem doa uma vez, não é obrigado a doar sempre. No entanto, é muito importante que pessoas saudáveis doem regularmente. Se você quer ser um doador voluntário de sangue, leia abaixo algumas orientações antes de decidir pela sua doação.Uma informação importante é que a doação não é um meio para verificar a existência do vírus da AIDS ou outro agente infeccioso, pois há um período entre a infecção e a sua identificação pelos exames laboratoriais, chamado de Janela Imunológica, que pode variar de semanas a meses dependendo do tipo de agente infeccioso. Durante o período de janela imunológica os testes laboratoriais revelam-se negativos e o agente infeccioso pode ser transmitido através da transfusão de sangue.
REQUISITOS BÁSICOS PARA DOAR SANGUE-
- Portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho certificado de reservista ou carteira do conselho profissional);
- Estar bem de saúde;
- Ter entre 18 e 65 anos;
- Pesar no mínimo 50 Kg;
- Não estar em jejum. Evitar apenas alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação
Se houver dúvida sobre a doação,ligue para o DISQUE SANGUE - 0800-2820708.
LOCAL:Praça José Pereira CâmaraCentro, próximo a igreja Matriz.
9 de abr. de 2010

Completar 15 anos, além de ser um aniversário especial, representa um marco na vida de toda adolescente. Embora algumas troquem o baile de debutante por outros presentes ou viagens, a grande maioria conserva o sonho de encarnar o papel de princesa.
Planejamento, bom gosto e criatividade. Esse é o segredo que garante o sucesso da festa de debutante que, informal ou tradicional, deve seguir o estilo da aniversariante. Ao planejar, personalize.
Despojada ou chic, romântica ou radical. Para cada debutante um estilo. A personalidade, preferências e gostos pessoais permititirão estabelecer um estilo próprio para toda a organização, festa e cerimônia. Repertório, valsas, criação do texto, entre outros elementos que compõem um cerimonial ganham com isso força, sincronia e emoção.
Defina um orçamento e cerque-se de profissionais que possam por em pratica tudo que você idealizou. São muitos detalhes a serem vistos: decoração, espaço onde será realizada a festa, som e iluminação, vestidos, filmagens, fotos e quanto mais cedo começar melhor será o resultado final.
A estrutura básica de um roteiro de cerimonial para 15 anos consiste na entrada da debutante, despedida da infância, primeira valsa, homenagens, coreografia e encerramento.
Nos dias atuais a criatividade permite desde a estilização, com cerimônias temáticas às mais informais onde o roteiro é planejado de acordo com o cotidiano da adolescente.
Recomendamos sempre a contratação de um profissional capacitado á organizar a Cerimônia, fazer os ensaios e acompanhar todos os detalhes da Cerimônia que seria o Cerimônialista ou Mestre de Cerimônia.
Atualmente, as aniversariantes procuram cores da moda, como o lilás e o roxo que andam em alta, assim como tons vibrantes de laranja, pink e vermelho. O branco perdeu espaço entre o gosto das meninas. Em geral, a escolha do vestido depende do que a faz se sentir bem.
Algumas debutantes escolhem a cor do vestido baseando-se na decoração da festa, porém, também não há regras para isso, tudo depende do desejo de cada pessoa.
Alguns modelos sensuais são bastante procurados. Um grande exemplo é o tomara-que-caia que não sai de moda.
Muitas debutantes andam dando prioridade à versatilidade na hora da escolha do vestido, optando por peças como o modelo lilás. Vestidos de saia longa e removível e dão lugar a um modelo mais curto sobreposto que poderá ser usado após a valsa.
Na hora de escolher qual sapato e acessórios usar, preste atenção nos detalhes. Os sapatos são tão importantes quanto seu vestido.

Atualmente, as réplicas de belas jóias são os acessórios mais utilizados pelas meninas. Segundo Rosana Telles, proprietária da Telles Criações, os modelos mais pedidos são as tiaras confeccionadas em metal, banhadas a ouro ou a prata. A escolha dos adornos depende, essencialmente, do gosto da debutante e dos vestidos. No caso dos tomara-que-caia, por exemplo, as debutantes gostam de utilizar colares ou gargantilhas, sejam elas jóias ou bijuterias. Para modelos com gola fechada, anéis e braceletes são os acessórios que predominam. Contudo, independente dos vestidos, os adornos para o cabelo são bastante utilizados e devem ser escolhidos com critério.
Vestidos do KZ Atelier Noivas
KZ Atelier Noivas

kz